Palácio dos Capitães Generais

Depois de habitarem na Rua de Jesus por algum tempo, os jesuítas construíram aqui um Colégio com Pátio de Estudos (onde agora é o parque de estacionamento) e igreja. Em 1776, o 1.º Capitão General dos Açores, D. Antão de Almada, propõe e começa a adaptar o edifício a palácio. Por duas vezes foi Paço Real (em 1832, com D. Pedro IV e, em 1901, com D. Carlos I). O templo, rico em talha dourada, azulejaria e imagens, é o reflexo da igreja da reforma católica, influenciado pelo gosto decorativo das Índias.

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