Condecorações municipais

Chaves de Honra da Cidade

Hospital de Santo Espiríto de Angra do Heroísmo

Reunião de Câmara de 22-5-2017
Sessão da Assembleia de 16-6-2017

No ano de 2017, Angra celebra os 525 anos da fundação do seu hospital, lembrando a data em que um grupo de cidadãos da então vila de Angra se reuniu na Casa de Santo Espiríto para fazerem um comproisso. Desde compromisso, assinado em 15 de março de 1492, resultou a criação do Hospital de Santo Espiríto de Angra do Heroísmo. O denominado “”Compromisso do Hospital da Vila de Angra”, foi confirmado por alvará de 11 de agosto de 1508, assinado em Sintra pelo rei D. Manuel I. No alvará régio confirma-se que àquela data, já existiam o hospital e uma Confraria do Espírito Santo, a qual era a principal garantia de subsistência daquela insituição de saúde, na medida em que geria as heranças e outros proventos que arrecadava a seu favor. Entre as personalidades que assinaram o compromisso destacavam-se João Vaz Corte Real, capitão do donatário, João Borges, o Velho, juiz ordinário da Câmara de Angra, João de Lagos e Afonso Annes da Costa, homens da governança da vila. São ainda nomeados como fundadores, ou subscritores do Compromisso do Hospital, João de Lamego, mordomo da Confraria de Santo Espiríto e Vasco Fernandes, escudeiro do rei, que exercia o cargo de provedor das capelas, hospitais e albergarias em todas as ilhas dos Açores. Do ponto de vista temporal e cronológico, o ” compromisso” é feito decorrido apenas cerca de 32 anos após se ter iniciado o povoamento da ilha Terceira e insere-se no contexto da politíca renascentista de D.João II, e do seu sucessor D. Manuel I, que prefere a concentração dos pequenos hospitais em grandes unidades de saúde nas principais cidades do Reino, os chamados hospitais gerais. É uma política de reforço do poder régio e de centralização, contra o poder dos senhores feudais, dos municípios e das organizações caritativas locais, como eram as irmandades e confrarias e, desta forma, contra a própria Igreja Católica, a única a criar, construir e manter uma rede assistência social aos mais carenciados durante a Idade Média, com as suas albergarias, gafarias e hospitais. Para firmar esta política de concentração, surgem as Santas Casa da Misericórdia que, por vontade e apoio do rei e com a colaboração de sua irmã, a rainha viúva D. Leonor, absorvem e unificam nas sedes dos concelhos praticamente todas as outras instituições sócio-caritativas que antes existiam. Será neste contexto das políticas sociais de D. João II, mas sobretudo de D. Manuel I, que a Irmandade de Santo Espírito e o seu hospital são incorporados em 1556 na Santa Casa da Misericórdia de Angra, que deve ter sido instituída por volta de 1498, data de referência da fundação das treze primeiras misericórdias portuguesas. Assim, primeiro os homens bons da vila de Angra fundaram uma Confraria de Santo Espírito, sem qualquer formalismo que se conheça, depois, reconhecendo a necessidade da existência dum hospital, não só para a população terceirense mas também para apoio à navegação atlântica que aportava à baía de Angra, fundam um hospital, e comprometem-se com os seus bens, a pagar a sua construção e a assegurar a sua sustentabilidade futura. A partir do século XX, o Hospital de Santo Espírito volta a ter a mesma função de hospital do Atlântico com o desenvolvimento da aviação comercial. Quase todos os meses há notícias de aviões que escalam a Base das Lajes para deixarem doentes ao cuidado do Hospital de Santo Espírito continuando assim o seu desígnio de Hospital do Atlântico Norte. Por razões de infraestrutura, que necessariamente devem acompanhar o desenvolvimento científico e tecnológico na área de saúde que foi surgindo a partir de meados do século XIX, o Hospital de Santo Espírito iniciou uma espécie de migração do litoral cada vez mais em direção ao interior da ilha. A decadência estratégica da baía de angra, associada às pequenas instalações que disponha o Hospital no fim da Rua de Santo Espírito junto ao cais da Alfândega, a que se juntava serem as mesmas instalações pretendidas pela Alfândega de Angra, como se depreende de uma ata da Mesa da Santa Casa da Misericórdia de Angra de 26 de Abril de 1832, leva a que o regente D. Pedro, em nome da Rainha D.Maria II, emita uma portaria, datada de 17 de abril de 1832, autorizando que o Hospital fosse transferido para o edifício do extinto Convento das Concepcionistas, na Rua da Guarita. Já no século XX, volta a ser transferido, e desta vez transformado em hospital público, diretamente dependente do Estado, para o edifício hoje abandonado e em ruínas, a que se passou a chamar o “Hospital Velho”, ao fim da Canada do Barreiro. A permanência foi curta, pois em 26 de março de 2012 voltou a ser transferido, para o atual edifício no Farrouco, o “Hospital Novo”, cada vez mais para o interior da cidade de Angra. Contudo, apesar do Hospital de Santo Espírito ter funcionado em quatro edifícios distintos, é a mesma instituição que prevalece até hoje, sendo uma das mais antigas em funcionamentocontínuo nesta ilha. Ao Hospital de Santo Espírito de Angra do Heroísmo reconhecida a realização de obras de alto mérito e pela prestação de serviços excecionalmente relevantes à comunidade durante mais de cinco séculos.


António de Sousa Braga
Reunião de Câmara de 07-08-2015
Sessão da Assembleia de 19-09-2015


Aurélio Granada Escudeiro
Reunião de Câmara de 02-08-2010
Sessão da Assembleia de 28-06-2010


Primeiro-ministro de Cabo Verde José Maria Pereira Neves
Reunião de Câmara de 10-05-2007
Sessão da Assembleia de 15-06-2007


Presidente da República Portuguesa Jorge Fernando Branco Sampaio
Reunião de Câmara de 03-04-2003
Sessão da Assembleia de 28-04-2003


João Paulo II
Reunião de Câmara de 02-05-1991
Sessão da Assembleia de –

Condecoração com Ordem de Mérito

António da Rocha Mancebo (a título póstumo)
Reunião de Câmara de 25-01-1990


Joaquim Borges Dias Menezes (a título póstumo)
Reunião de Câmara de 25-01-1990

Medalha de Bons Serviços Municipais

José da Silva Mendes
Reunião de Câmara de 06-01-2000

Medalha de Bons Serviços Municipais – Classe Dourada

António Nunes Mota
Reunião de Câmara de 19-7-2019

Pela forma leal, isenta, competente e empenhada como exerce as suas funções, honrando-se e, por acréscimo, honrando todos os funcionários do Município de Angra do Heroísmo.


António Nunes Mota
Reunião de Câmara de 19-7-2019

Pela forma leal, isenta, competente e empenhada como exerce as suas funções, honrando-se e, por acréscimo, honrando todos os funcionários do Município de Angra do Heroísmo.


José Procópio Favas Real
Reunião de Câmara de 8-5-2017
Sessão da Assembleia de 16-6-2017

Caraterizado por uma grande capacidade de trabalho, espírito de cooperação e disponibilidade permanente, demonstrada desde 2 de maio de 1983, aquando do ínico das suas funções na autarquia, é o atual encarregado dos eletricistas, digno de ser apontado como exemplo a seguir por todos os seus colegas, merecendo não só a elevada consideração e estima em que é tido pelos seus superiores como o reconhecimento público.


Fernando Manuel Ourique de Sousa
Reunião de Câmar de 02-06-2016
Sessão da Assembleia de 13-06-2016

Fernando Manuel Ourique de Sousa iniciou funções em 1972 e tem demonstrado ser dotado de excelentes qualidades morais e humanas, salientando-se o zelo e dedicação pelo serviço a seu cargo. Atualmente é cantoneiro de limpeza, digno de ser apontado como exemplo a seguir por todos os colegas, merecendo não só a elevada consideração e estima em que é tido pelos seus superiores bem como o reconhecimento público.


Francisco Martinho Borges da Silva
Reunião de Câmara de 23-05-2016
Sessão da Assembleia de 13-06-2016

Francisco Martinho Borges da Silva iniciou funções em 1979foi sempre dotado de excelentes qualidades morais e humanas, salientando-se o zelo e dedicação pelo serviço a seu cargo. É o atual encarregado dos calceteiros, digno de ser apontado como exemplo a seguir por todos os seus colegas, merecendo não só a elevada consideração e estima em que é tido pelos seus superiores bem como o reconhecimento público.


José Evangelho Toste
Reunião de Câmara de 17-04-2015
Sessão da Assembleia de 24-04-2015


Maria da Boa Hora Freitas Rocha Barcelos
Reunião de Câmara de 22-05-2015
Sessão da Assembleia de 30-06-2015


Jesuína Maria Barcelos da Costa
Reunião de Câmara de 22-05-2015
Sessão da Assembleia de 30-06-2015

Medalha de Bons Serviços Municipais – Classe Prateada

Maria Marta Vieira Parreira Silva
Reunião de Câmara de 23-05-2016
Sessão da Assembleia de 13-06-2016

Maria Marta Vieira Parreira Silva iniciou funções em 1994 foi sempre dotada de excelentes qualidades morais e humanas, salientando-se o zelo e dedicação pelo serviço a seu cargo. Atualmente é assistente operacional dos meios operacionais, digna de ser apontada como exemplo a seguir por todos os seus colegas, merecendo não só a elevada consideração e estima em que é tida pelos seus superiores bem como o reconhecimento público.


Lídia Maria Coelho Martins Ávila
Reunião de Câmara de 22-05-2015
Sessão da Assembleia de 30-06-2015

Medalha de Ouro da Cidade

Joaquim Moniz de Sá Corte Real e Amaral
Reunião de Câmara de 11-09-1986

Medalha de Ouro da Cidade com Colar

José Agostinho
Reunião de Câmara de 29-04-1965


Cidade de Tulare
Reunião de Câmara de 13-04-1963

Medalha de Ouro da Cidade com Colar e Título de Cidade Honorário

Eduardo Arantes e Oliveira
Reunião de Câmara de 07-11-1963

Medalha de Prata da Cidade

Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Angra do Heroísmo
Reunião de Câmara de 12-05-1983

Medalha Municipal

José Faustino da Silva
Reunião de Câmara de 27-02-1997


Lúcia Maria Coelho Pereira
Reunião de Câmara de 27-02-1997


Lúcia Maria Coelho Pereira
Reunião de Câmara de 10-09-1987


Ana Raimundo da Cunha Sieuve de Meneses da Rocha Alves
Reunião de Câmara de 24-11-1983

Medalhas de Honra do Município

Santa Casa da Misericórdia da Vila de São Sebastião
Reunião de Câmara de 02-05-2016
Sessão da Assembleia de 13-06-2016

A Santa Casa da Misericórdia da Vila de São Sebastião desde sempre se dedicou à beneficiência e a atividades no domínio da saúde. Atualmente, presta diversos serviços de apoio social, nomeadamente, no Centro de Dia para Idosos, na prestação de cuidados de higiene e conforto ao domicílio, na confeção e distribuição de alimentação aos idosos e necessitados no Centro de Convívio e integra o novo edifício do Lar de Idosos e Centro de Dia.


Manuel Coelho de Sousa (a título póstumo)
Reunião de Câmara de 21-02-2014
Sessão da Assembleia de 07-02-2014


Jorge de Almeida Leal Monjardino (a título póstumo)
Reunião de Câmara de 25-07-2011
Sessão da Assembleia de 29-06-2011


Ruy Weber de Mendonça (a título póstumo)
Reunião de Câmara de 25-07-2011
Sessão da Assembleia de 29-06-2011


Valdemar Mota de Ornelas da Silva Gonçalves
Reunião de Câmara de 15-09-2005
Sessão da Assembleia de 23-09-2005


Artur Cunha de Oliveira
Reunião de Câmara de 12-05-2005
Sessão da Assembleia de 29-04-2005


José Barcelos Mendes
Reunião de Câmara de 06-01-2005
Sessão da Assembleia de 09-06-2004


Francisco Coelho Maduro Dias (a título póstumo)
Reunião de Câmara de 15-04-2004
Sessão da Assembleia de 30-04-2004


João Dias Afonso
Reunião de Câmara de 16-10-2003
Sessão da Assembleia de 19-12-2003


Francisco Ernesto de Oliveira Martins
Reunião de Câmara de 12-06-2003
Sessão da Assembleia de 13-06-2003


Irmandade de Nossa Senhora do Livramento
Reunião de Câmara de 12-06-2003
Sessão da Assembleia de 13-06-2003


Emanuel Félix
Reunião de Câmara de 09-01-2003
Sessão da Assembleia de 28-02-2003


Benildo Dinis Ferreira
Reunião de Câmara de 18-01-2001
Sessão da Assembleia de 23-02-2001


Manuel Correia Sousa Silvestre
Reunião de Câmara de 15-02-2001
Sessão da Assembleia de 23-02-2001


Maria Coelho Dias
Reunião de Câmara de 15-02-2001
Sessão da Assembleia de 23-02-2001


Ivo Dinis Rocha
Reunião de Câmara de 15-02-2001
Sessão da Assembleia de 23-02-2001


Maria Manuel Silveira
Reunião de Câmara de 15-02-2001
Sessão da Assembleia de 23-02-2001


José Leal Armas
Reunião de Câmara de 13-04-2000
Sessão da Assembleia de 28-04-2000


José de Lima do Amaral Mendonça
Reunião de Câmara de 13-04-2000
Sessão da Assembleia de 28-04-2000


Mário Parreira de Sousa Lima
Reunião de Câmara de 13-04-2000
Sessão da Assembleia de 28-04-2000


Joaquim Gomes da Cunha (Pedro de Merelim)
Reunião de Câmara de 11-05-2000
Sessão da Assembleia de Não foi à Assembleia Municipal


Santa Casa da Misericórdia de Angra do Heroísmo
Reunião de Câmara de 29-10-1998
Sessão da Assembleia de 16-11-1998

Medalhas de Mérito Municipal

Sociedade Espeleológica de Exploração «Os Montanheiros»
Reunião de Câmara de 23-06-2005
Sessão da Assembleia de 19-12-2003


João d’Ávila
Reunião de Câmara de 29-03-2001
Sessão da Assembleia de 23-02-2001


José Henrique do Álamo Oliveira
Reunião de Câmara de 13-04-2000
Sessão da Assembleia de 28-04-2000


Carlos Alberto Moniz
Reunião de Câmara de 13-04-2000
Sessão da Assembleia de 28-04-2000


João Ângelo de Oliveira Vieira
Reunião de Câmara de 13-04-2000
Sessão da Assembleia de 28-04-2000


Ana Raimundo da Cunha Sieuve de Meneses da Rocha Alves
Reunião de Câmara de 07-01-1999
Sessão da Assembleia de 21-12-1998


José Orlando Noronha da Silveira Bretão
Reunião de Câmara de 30-01-1997
Sessão da Assembleia de 25-02-1997


Augusto Gomes Ferreira da Silva
Reunião de Câmara de 29-04-1993

Medalhas de Mérito Municipal – Classe Comercial

Mini Mercado Sousa
Reunião de Câmara de 15-5-2019
Sessão da Assembleia de 14-06-2019

Pelos 100 anos ao serviço do comércio local.


João Pereira & Filhos, Lda
Reunião de Câmara de 8-5-2017
Sessão da Assembleia de 16-6-2017

Entre as mais interessantes manifestações estéticas dos Açores, o bordado ocupa um lugar de relevo, surgindo a partir de meados do século XVIII como uma indústria artesanal. A partir do século XIX, a profusão ornamental do bordado açoriano ganha mais fôlego parecendo que a “Belle Époque” constituiu um dos primeiros períodos áureos para a manufactura do bordado dos Açores, deverá ter ocorrido o aparecimento de bordadeiras que recebiam encomendas e/ ou trabalhavam nas casas de senhores abastados, pois a procura destes esmeros decorativos excedia a capacidade produtiva caseira. A roupa era tradicinalmente branca ou crua pois veiculava a higiene, a limpeza, a dignidade e a serenidade, valores essenciais ao acto de dormir e a apresentação da mesa nos seus múltiplos derivados. No início do século XX apareceram as primeiras fábricas de bordados manuais que ficariam conhecidas nas ilhas como a “Casa dos Bordados”, o aparecimento destas fábricas artesanais deveu-se à enorme procura do exterior em mercados como o Inglês, o Americano e o Francês. Em 1998, e por uma portaria emanada do Governo Regional através do Centro Regional de Apoio ao Artesanato criou-se a “Marca coletiva de origem”, que veio certificar a qualidade e origem do “Bordado dos Açores”. Em resumo, podemos dizer que na região existem alguns milhares de Bordadeiras que se ocupam desta atividade como complemento do rendimento familiar. Os Bordados dos Açores reconhecidos na sua beleza e perfeição constituem uma ilustração múltipla na nossa especificidade cultural e artística. João Pereira & Filhos, Lda, é uma reconhecida fábrica de bordados da Ilha Terceira. Esta empresa familiar é gerida pelos descendentes na sua terceira geração. As duas únicas casas de bordados existentes na ilha foram fundadas por João Carlos Mendonça Pereira, que em 1988 decidiu criar uma fábrica de raiz com os seus filhos e dedicar-se a esta em exclusividade. Localizada em S. Pedro na Av. Ten. Cor. José Agostinho, abriu portas ao público em 1991, esta empresa tem conseguido com espírito inovador e algum sacrifício ultrapassar os períodos mais difíceis durante várias décadas, com investimento e adapatação ao longo dos tempos. A produção do bordado continua 100% artesenal em todas as fases de produção, mantendo a sua qualidade e caraterísticas únicas. Em 1998, a “Casa dos Bordados”, João Pereira & Filhos, Lda, foi a primeira unidade artesanal dos Açores a ter o selo de qualidade e certificação! A principal produção assenta no bordado e cru, denominado como “Bordado da Ilha Terceira”. Atualmente o principal mercado é o local composto pelos residentes e turistas e exportamos com regularidade para EUA e Irlanda. O Bordado dos Açores é um elemento diferenciador como recordação turística é um artigo com qualidade certificada produzido com as matérias-primas mais nobres e realizado à mão pelas senhoras da própria Ilha o que o torna único. A João Pereira & Filhos, Lda tem notável contributo na produção e comercialização do denominado “Bordado da Ilha Terceira”.


Açorbordados, Lda
Reunião de Câmara de 8-5-2017
Sessão da Assembleia de 16-6-2017

Entre as mais interessantes manifestações estéticas dos Açores, o bordado ocupa um lugar de relevo, surgindo a partir de meados do século XVIII como uma indústria artesanal. A partir do século XIX, a profusão ornamental do bordado açoriano ganha mais fôlego parecendo que a “Belle Époque” constituiu um dos primeiros períodos áureos para a manufactura do bordado dos Açores, deverá ter ocorrido o aparecimento de bordadeiras que recebiam encomendas e/ ou trabalhavam nas casas de senhores abastados, pois a procura destes esmeros decorativos excedia a capacidade produtiva caseira. A roupa era tradicinalmente branca ou crua pois veiculava a higiene, a limpeza, a dignidade e a serenidade, valores essenciais ao acto de dormir e a apresentação da mesa nos seus múltiplos derivados. No início do século XX apareceram as primeiras fábricas de bordados manuais que ficariam conhecidas nas ilhas como a “Casa dos Bordados”, o aparecimento destas fábricas artesanais deveu-se à enorme procura do exterior em mercados como o Inglês, o Americano e o Francês. Em 1998 e por uma portaria emanada do Governo Regional através do Centro Regional de Apoio ao Artesanato criou-se a “Marca coletiva de origem”, que veio certificar a qualidae e origem do “Bordado dos Açores”. Em resumo, podemos dizer que na região existem alguns milhares de Bordadeiras que se ocupam desta atividade como complemento do rendimento familiar. Os Bordados dos Açores reconhecidos na sua beleza e perfeição constituem uma ilustração múltipla na nossa especificidade cultural e artística. A Fábrica de Bordados fundada em 1945, é fundada por João Leite. Depois da sua morte em 1961, a sua viúva, Rafaela Reis Leite, prossegue com a empresa até cerca de 1979, altura em que passou para as mãos de três dos seus funfionários e em 1986 foi formada uma sociedade só com dois sócios que passou a denominar-se “Açorbordados” no ano de 2001. Os atuais proprietários Marta Isabel Andrade Costa e Luís Guilherme Caetano Costa abraçaram o projeto em 1984 e adquiriram a empresa em 2004. O Bordado dos Açores é um elemento diferenciador como recordação turística, é um artigo com qualidade certificada produzido com as matérias-primas mais nobres e realizado à mão pelas senhoras da própria ilha o que o torna único! A empresa Açorbordados, Lda continua ainda hoje a produzir o afamado bordado, totalmente manual e certificado na fábrica mais antiga dos Açores em laboração.


António Rodrigues de Sousa
Reunião de Câmara de 04-08-2005
Sessão da Assembleia de 23-09-2005

Medalhas de Mérito Municipal – Classe Industrial

UNICOL
Reunião de Câmara de 06-07-2006
Sessão da Assembleia de 22-09-2006

Medalhas de Mérito Municipal – Classe Industrial e Comercial

Armazéns Zeferino
Reunião de Câmara de 23-05-2016
Sessão da Assembleia de 13-06-2016

Pelo contributo como retalhista e pela preservação do comércio tradicional.


Basílio Simões & Irmãos, Lda.
Reunião de Câmara de 23-05-2016
Sessão da Assembleia de 13-06-2016

Pelo contributo como armazenista e retalhista e pela preservação do comércio tradicional.


João Henrique Melo Cota
Reunião de Câmara de 22-05-2015
Sessão da Assembleia de 30-06-2015


Gil de Sousa
Reunião de Câmara de 23-06-2005
Sessão da Assembleia de 09-06-2005

Medalhas de Mérito Municipal – Classe Mérito Cultural

Rádio 97.3 FM WJFD – New Bedford
Reunião de Câmara de 17-5-2019
Sessão da Assembleia de 14-6-2019

Pela divulgação da língua portuguesa junto da diáspora, na costa leste dos Estados Unidos da América.


Rádio KLBS AM 1330 – Los Banos
Reunião de Câmara de 17-5-2019
Sessão da Assembleia de 14-6-2019

Pela divulgação da língua portuguesa junto da diáspora na Califórnia, Estados Unidos da América.


Luíz Rafael Martins do Carmo
Reunião de Câmara de 17-6-2019
Sessão da Assembleia de 14-6-2019

Pelos relevantes serviços prestados à comunidade Angrense.


Grupo Coral do Raminho
Reunião de Câmara de 17-6-2019
Sessão da Assembleia de 14-6-2019

Pelos 50 anos ao serviço da comunidade.


Dionísio Mendes de Sousa
Reunião de Câmara de 6-6-2019
Sessão da Assembleia de 14-6-2019

Pela valiosa atividade cultural e cívica.


Instituto Histórico da Ilha Terceira
Reunião de Câmara de 8-5-2017
Sessão da Assembleia de 16-6-2017

O Instituto Histórico da Ilha Terceira foi fundado em 1942, em Angra do Heroísmo, como uma associação privada e por iniciativa de um grupo de pessoas que sentiam e assumiram responsabilidades pessoais no campo da cultura. A criação do Instituto, por homens liderados por Luís Ribeiro e José Agostinho, ambos com vocação para educadores públicos, e com nome feito e obra publicada – um na Etnografia e na História, outro principalmente nas Ciências da Natureza – refletiu muito do modo de ser do primeiro deles, membro do Instituto de Coimbra e de várias outras agremiações culturais portuguesas e estrangeiras. E assim o Instituto surgiu como uma pequena academia; com membros de número (os sócios efetivos) e membros correspondentes, para além da categoria dos sócios honorários. Em 1985, foram reformulados os estatutos e o regulamento interno do Instituto, de maneira a adaptá-lo à nova realidade autonómica – que fizera desaparecer os antigos distritos – sem embargo de preservar o essencial da associação e o seu carácter a um tempo privado e supletivo da ação cultural, baseado em estatuto da realidade local e regional, e em trabalho voluntário dos seus memebros. Instituto Histórico da Ilha Terceira assinala 75 anos da sua fundação e de relevantes contributos nas áreas da cultura e da história.


Luís Godinho
Reunião de Câmara de 22-5-2017
Sessão da Assembleia de 16-6-2017

Luís Godinho, nasceu a 7 de março de 1983, em Angra do Heroísmo, é formado em Engenharia e Gestão do Ambiente, pela Universidade dos Açores. Possui um vasto currículo como fotógrafo, com especial enfoque em fotografia de natureza, de paisagem e de rua. O seu trabalho é internacionalmente reconhecido pelos editores dos principais sites e revistas de fotografia, dos quais se destacam a National Geographic, a Leica Fotografie International, Lens Culture, o 500px e o 1x, tendo ainda fotos publicadas na impresa nacional e internaticonal, nomeadamente nas revistas O Mundo da Fotografia, Visão e Vander Love Magazine. Do seu currículo destaca-se: primeira de segunda posições no concurso Água no Concelho, promovido pela Câmara Municipal de Angra do Heroísmo; vencedor no concurso Paisagens de Portugal, da revista O Mundo da Fotografia; vencedor no concurso I chot it the best photo competition, da Leica, na categorias “gatos”, recebendo ainda 16 marcas de excelência em distintas categorias do mesmo concurso; foi finalista do concurso mundial Portaits 2015, da Lens Culture; uma das suas fotografias foi eleita para o Top excelence of 2016, da Leica. É também autor da fotografia escolhida para a capa do livro Visions, considerando um dos mais conceituados e bonitos livros de fotografia do mundo, lançado em 2016 pelo 1x. Em 2014 publicou o livro de fotografia intitulado Luís Godinho. Em 2017 foi vencedor do Sony Photography Awards Portugal.


António Correia (Pantónio)
Reunião de Câmara de22-5-2017
Sessão da Assembleia de16-6-2017

António Correia, mais conhecido por Pantónio, nome artístico, nasceu em 1975, na freguesia de São Mateus da Calheta. É artista urbano de renome internacional, conhecido pelos monumentais murais de frescos, onde predomina o seu estilo de linhas simples, flexíveis e fluidas, com predominância das cores azul e negro. Enquanto adolescente frequentou os ateliês de escultura, modelagem, desenho e pintura do Instituto Açoriano de Cultura e expôs regularmente desenho e pintura. Estudou desenho na escola de Artes e Ofícios de Vila Nova de Cerveira e Tecnologias das Artes Gráficas, no Instituto Politécnico de Tomar. Em 1993 fez parte do grupo de jovens artistas representantes de Portugal no 50.º aniversário de UNESCO, Roménia. Em 2005 recebeu o prémio de ilustração da Macaronésia para os jovens artistas. Frequenntou em 2006 e 2008 os workshops de ilustração por João Catarino; ilustração editorial, por Richard Câmara e Banda desenhada por Zepe, das Belas Artes de Lisboa. Em 2011 e 2012 participou no Festival de Arte Urbana Walk&Talk Açores; na residência artística ARTUR e na exposição coletiva de artistas urbanos, “Além Paredes” da Galeria António Prates. Em 2013 expôs uma série de pintura, em Lisboa, chamada “IR” e seguidamente “IRA”. Em 2014 pintou o mural mais alto da Europa com 66 metros que ocupa a fachada lateral de um prédio situado no 13º bairro de Paris. Das obras realizadas pelo artista na Ilha Terceira destacam-se: em 2014/2015, Algumas pinturas/murais na Re-Act, na Praia da Vitória; em 2015, pintou um Mural na Casa do Sal/Oficina D’Angra; em 2016, pintura do Mural Walk&Talk, em Angra do Heroísmo; em 2017, deu uma aula aberta de desenho na Oficina D’Angra; em 2017, pintura de Paragem de urbana – conversa sobre Arte urbana – EB1 São Mateus – Transform//arte.


Almanaque do Camponez
Reunião de Câmara de 4-4-2017
Sessão da Assembleia de 28-4-2017

O Almanaque do Camponez foi editado pela primeira vez em 1917, por Manuel Joaquim de Andrade, proprietário da Tipografia e Livraria Andrade. O Almanaque do Camponez foi o projeto mais emblemático saído da Tipografia Andrade, chegando aos nossos dias, desde há 100 anos, sem qualquer interrupção, embora, com o fecho da Tipografia, em 1984, passasse a ser impresso nas Gráficas de Angra. Com a modernização dos equipamentos, o Almanaque do Camponez passou a ser composto e impresso utilizando novas técnicas, mas mantendo o mesmo formato e aparato gráfico. São os conteúdos formativos, informativos, socioculturais e de entertenimento que têm garantido a continuidade do Almanaque do Camponez. Revelam-se as informações meteorológicas que, ao longo do ano, avisam os seus consultores quanto ao estado do tempo e aconselhando os agricultores quanto a sementeiras e colheitas. Releve-se que, em tempos de iliteracia quase geral nos Açores, o Almanaque do Camponezera uma das poucas publicações que despertavam interesse pela leitura. Assim, não nadmira que tenha conhecido triagens de 9000 exemplares, distribuídos e vendidos em todas as ilhas das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, bem como Portugal Continental, onde, ao longo dos anos, conheceu e efermizou publicações semelhantes. Pela persistência e êxito de Manuel Joaquim de Andrade na publicação do Almanaque do Camponez, foi-lhe concedida a ínsígnia de de Cavaleiro da Ordem de Mérito Agrícola e Industrial. Após o falecimento de Manuel Joaquim de Andrade, o Almanaque do Camponez, passoua ser editado pelo filho Elvino Lonnet Andrade, a que se seguiu o neto Luís Lester Fagundes Andrade e, atualmente, cabe ao bisneto Luiz Filipe de Matos Andrade cumprir essa tarefa. OAlmanaque do Camponez prefez no corrente ano 100º edição ininterrupta.


Marcolino Candeias Coelho Lopes, a título póstumo
Reunião de Câmara de 8-5-2017
Sessão da Assembleia de 16-6-2017

Marcolino Candeias Coelho Lopes, nasceu em Angra do Heroísmo, em 28 de agosto de 1952 e faleceu no dia 1 de maio de 2016, também em Angra do Heroísmo. Completou os estudos secundários na sua cidade natal, revelou-se como poeta, ainda estudante liceal, em páginas académicas e na “Glacial”, suplemento literário de A União. Iniciou estudos superiores na Universidade de Coimbra, onde obteve o bacharelato em Filologia Românica e a licenciatura em Línguas e Literaturas Modernas. Professor estagiário do ensino secundário, foi assistente de Linguística na Universidade dos Açores e na Universidade de Coimbra. O seu percurso profissional passa pelo Canadá, onde foi professor convidado (leitor) de Língua, Literatura e Culturas Portuguesa e Brasileira no Département d’Études Anciennes et Modernes da Universidade de Montreal, Quebeque, tendo sido também chefe da Secção de Estudos Portugueses e Brasileiros do mesmo departamento; no âmbito da sua atividade docente, participou em vários congressos e proferiu diversas conferências e palestras. Permaneceu naquele país 11 anos, tempo durante o qual teve a oportunidade de presenciar atentamente o desenrolar de diversos episódios da história dos anos 80 e 90 do nacionalismo quebequense, designadamente a preparação, desenvolvimento e desaire do Acordo de Lac Meech e a realização do Referendo de 1996, que derrotou por uma margem estreita os anseios dos independentistas. Ainda em Montreal, esteve ligado à imprensa comunitária de língua portuguesa. Entretanto, desempenhou as funções de assessor e secretário executivo do conselho de administração da Caisse d’Économie des Portugais de Monteréal, cooperativa de poupança e crédito fundada por emigrantes portugueses, filiada na poderosa rede de caixas populares do Mouvement Desjardins. Depois de regressar aos Açores, foi diretor da Casa de Cultura da Juventude de Angra do Heroísmo, até ser nomeado Diretor Regional da Cultura. Marcolino Candeias é considerado uma das vozes mais importantes do grupo a que pertenceu e a que se convencionou chamar Geração Glacial, fundamentalmente preocupado com os valores mais profundos relacionados com a sociedade, a liberdade, a democracia e o papel do homem neste contexto e que trouxe um contributo considerável à atividade literária nos Açores. Um dos maiores poetas do arquipélago, colaborou em diversos jornais e revistas nacionais e estrangeiras. É também autor de estórias orais, de existem registos videográficos, que relatam a visão de um antigo emigrante terceirense de origem rural na Califórnia (Joe Canoa), sobre os valores e comportamentos do mundo envolvente. Está representado em numerosas antologias poéticas.


José Henrique Toste Pimpão
Reunião de Câmara de 23-05-2016
Sessão da Assembleia de 13-06-2016

José Henrique Toste Pimpão nasceu a 1 de dezembro de 1938 na freguesia de Santa Luzia de Angra. Fez o Curso Geral do Comércio na Escola Industrial e Comercial de Angra do Heroísmo. Trabalhou na indústria de bordados, tendo-se reformado em 2006. A sua maior paixão reside nas tradicionais touradas à corda, fazendo um trabalho sistemático de registo, divulgação e publicação de estatísticas, entrevistas, comentários e opiniões na imprensa escrita, na rádio e na televisão.


Tertúlia Tauromáquica Terceirense Thomé Bello de Castro
Reunião de Câmara de 23-05-2016
Sessão da Assembleia de 13-06-2016

Pelo relevante papel no desenvolvimento da atividade taurina na Ilha Terceira.


Nellie Leal Pedro
Reunião de Câmara de 02-05-2016
Sessão da Assembleia de 13-06-2016

Nellie Leal Pedro nasceu a 20 de setembro de 1960, na Ilha Terceira, tendo emigrado para o Canadá. Formou-se em Artes da Rádio e Televisão pelo Instituto Politécnico de Ryerson e em Bens Imobiliários pela Universidade de George Brown. É produtora e apresentadora do programa “Gente da Nossa T.V.”. Desde sempre fomentou e estreitou laços de amizade e colaboração com as instituições da sua terra, promovendo a cultura açoriana junto da diáspora.


Norberto Ávila
Reunião de Câmara de 02-05-2016
Sessão da Assembleia de 13-06-2016

Norberto Ávila nasceu a 9 de setembro de 1936 em Angra do Heroísmo, tendo desde cedo revelado um invulgar gosto pela leitura e pela criação literária. Estudou técnicas teatrais e realizou diversos cursos especializados na área da cultura e da dramatologia. As obras de Norberto Ávila, na grande maioria publicadas, têm sido representadas em teatros profissionais e por grupos amadores.


Colégio de Santa Clara
Reunião de Câmara de 03-07-2015
Sessão da Assembleia de 30-6-2015


Diamantino Ferreira Ávila
Reunião de Câmara de 19-06-2015
Sessão da Assembleia de 30-6-2015


António de Freitas Machado Mendes
Reunião de Câmara de 08-05-2015
Sessão da Assembleia de 30-6-2015


Francisco Ferreira dos Santos (Ferreirinha das Bicas)
Reunião de Câmara de 06-06-2014
Sessão da Assembleia de 18-06-2014


Avelino de Freitas Meneses
Reunião de Câmara de 11-06-2012
Sessão da Assembleia de 19-06-2012


José Guilherme Reis Leite
Reunião de Câmara de 11-06-2012
Sessão da Assembleia de 19-06-2012


Jorge Eduardo Abreu Pamplona Forjaz
Reunião de Câmara de 11-06-2012
Sessão da Assembleia de 19-06-2012


Álvaro Pereira da Silva Leal Monjardino
Reunião de Câmara de 11-06-2012
Sessão da Assembleia de 19-06-2012


José Manuel Flores Ribeiro Pinto
Reunião de Câmara de 21-05-2009
Sessão da Assembleia de 29-06-2009


Victor Santos
Reunião de Câmara de 28-02-2008
Sessão da Assembleia de 15-06-2007


Grupo de Baile da Canção Regional Terceirense
Reunião de Câmara de 04-12-2008
Sessão da Assembleia de 29-06-2006


Coro Tibério Franco
Reunião de Câmara de 25-5-2006
Sessão da Assembleia de 28-04-2006


Grupo de Teatro Pedra – Mó
Reunião de Câmara de 06-01-2005
Sessão da Assembleia de 28-02-2003


Manuel José Dias Júnior
Reunião de Câmara de 14-06-2005
Sessão da Assembleia de 09-06-2005


Dimas Inácio de Sousa Matos
Reunião de Câmara de 27-12-2002
Sessão da Assembleia de 28-02-2003


Sociedade Musical e Recreio da Terra Chã
Reunião de Câmara de 06-03-2003
Sessão da Assembleia de 28-04-2002


Durval Augusto Pereira
Reunião de Câmara de 27-12-2002
Sessão da Assembleia de 28-02-2003


Manuel da Silva Fernandes
Reunião de Câmara de 27-12-2002
Sessão da Assembleia de 28-02-2003


Rádio Clube de Angra
Reunião de Câmara de 13-03-1997
Sessão da Assembleia de 29-04-1997

Medalhas de Mérito Municipal – Classe Mérito Cultural e Desportivo

Luís Carlos de Noronha Bretão
Reunião de Câmara de 05-09-2002
Sessão da Assembleia de 20-09-2002

Medalhas de Mérito Municipal – Classe Mérito Cultural e Filantrópico

João de Brito do Carmo Menezes
Reunião de Câmara de 05-09-2002
Sessão da Assembleia de 20-09-2002

Medalhas de Mérito Municipal – Classe Mérito Desportivo

Carlos Alberto Silva Sousa
Reunião de Câmara de 6-6-2019
Sessão da Assembleia de 14-6-2019

Pelo relevante percurso na área do desporto.


Carlos Alberto Alves da Silva
Reunião de Câmara de 6-6-2019
Sessão da Assembleia de 14-6-2019

Pelo relevante percurso na área do desporto.


Leodolfo Bettencourt Correia
Reunião de Câmara de 8-5-2017
Sessão da Assembleia de 16-6-2017

Leodolfo Bettencourt Correia, nascido a 26 de janeiro de 1956, é licenciado em Educação Física pela Escola Superior de Educação de Lisboa e portador da carteira de treinador de II grau. A sua atividade como pessoa ligada ao atletismo distribui-se quase sempre pelas três dimensões que estruturam qualquer modalidade desportiva, o dirigismo, o treino e a arbitragem. Nas modalidades não profissionais inseridas em pequenas comunidades com estruturas associativas de pequena dimensão onde a falta de pessoas para desempenhar as diversas funções é uma das principais causas que impedem o desenvolvimento desportivo, em que todos são um pouco de tudo independentemente do seu papel principal. Nesse contexto, ao longo de 39 anos de atividade, foi dirigente, treinador e juiz. Como treinador iniciou a sua carreira na época desportiva de 1978/1979, atividade que manteve praticamente continua até atualidade. Ao longo deste tempo serviu as seguintes instituições: entre 1978 e 1981, trabalhou para a Delegação dos Desportos da Horta nas Lajes do Pico; entre 1981 e 1983, trabalhou para a Delegação dos Desportos de Angra do Heroísmo como coordenador da modalidade, cargo este que depois voltaria a desempenhar mais tarde durante vários anos; entre 1983 e 1984, treinou o Clube Boa Viagem; entre 1984 e 1996, treinou a a Associação de Atletismo da Ilha Terceira e a partir de 1988 até 2010 também exerceu as funções de coordenador e de treinador do Inatel e em 2008 até à atualidade volta a treinar para a ACM. Ao longo da carreira o seu trabalho centrou-se na área da formação desportiva, tendo os seus melhores resultados de atletas individuais atingido um recorde nacional, duas vezes integrado a seleção nacional, um terceiro melhor de sempre, alguns vicecampeões nacionais, entre outros resultados de menor relevo mas também importantes. Coletivamente e na área do atletismo sénior destacava-se a participação da ACM em 1994 nos campeonatos nacionais, em femininos e masculinos, na 3.ª divisão nacional, e na primeira participação coletiva de equipas açorianas em campeonatos de provas de pista ao ar livre.


Maria Manuela Picoto Rosário Capinha Duarte
Reunião de Câmara de 02-06-2016
Sessão da Assembleia de 13-06-2016

Maria Manuela Picoto Rosário Capinha Duarte nasceu a 29 de março de 1961 na freguesia de Santa Justa em Lisboa. Desde cedo, foi praticante de várias modalidades desportivas tendo sido federada em ginástica artística, andebol, atletismo, judo e mergulho amador. Licenciou-se em educação física e desporto. Lecionou na Escola Secundária de Jerónimo Emiliano de Andrade, Escola Básica de Angra do Heroísmo e na Escola Básica e Secundária Tomás de Borba. Manuela Duarte exerceu as funções de coordenadora disciplinar, diretora de instalações e de turma. Em 1986, começa a sua carreira de treinadora de ginástica rítmica no Clube de Judo de Angra do Heroísmo. Faleceu em 2015.


Sofia Alexandra Sousa Pires
Reunião de Câmara de 05-06-2008
Sessão da Assembleia de 30-06-2008


Sport Club Angrense
Reunião de Câmara de 26-01-2004
Sessão da Assembleia de 27-02-2004


Sporting Clube “Os Leões”
Reunião de Câmara de 21-02-2002
Sessão da Assembleia de 28-02-2002


Sport Club Barreiro do Porto Judeu
Reunião de Câmara de 21-12-2000
Sessão da Assembleia de 18-12-2000


Sport Club Lusitânia
Reunião de Câmara de 27-02-1997
Sessão da Assembleia de 29-04-1997

Medalhas de Mérito Municipal – Classe Mérito Filantrópico

António Eduardo Gonçalves Nunes
Reunião de Câmara de 17-5-2019
Sessão da Assembleia de 14-6-2019

Pela promoção das tradições e língua portuguesa nas comunidades da diáspora açoriana nos Estados Unidos da América.


Basílio Narciso de Sousa
Reunião de Câmara de 22-5-2017
Sessão da Assembleia de 16-6-2017

Basílio Narciso de Sousa, nasceu em 13 de março de 1935, na freguesia da Nossa Senhora da Conceição. Foi notável praticante de hóquei em patins, ténis de mesa e ténis de campo, bem como futebolista. A primeira equipa de hóquei em patins que se formou na ilha Terceira contava com a sua participação. Foi um dos quatro sócios fundadores do clube de Ténis de Campo da Terceira, modalidade que praticou mais de 35 anos. Foi campeão açoriano de ténis de campo. Iniciou a sua vida laboral, muito jovem, no comércio angrense e depois como funcionário de escritório da Empresa de Viação Terceirense E.V.T.. Participou em Direções no Rádio Clube de Angra e Sociedade Filarmónica de Instrução e Recreio dos Artistas. Presidiu à Junta de Freguesia da Sé entre janeiro de 1999 a outubro de 2013, cargo que exerceu grande dedicação.


Carlos António Simas Bretão
Reunião de Câmara de 8-5-2017
Sessão da Assembleia de 16-6-2017

Carlos António Simas Bretão, natural da freguesia do Raminho, concelho de Angra do Heroísmo, faleceu em 11 de outubro de 2015. Mereceu a consideração dos seus conterrâneos pelos serviços que lhes prestou, ao longo da sua vida socioprofissional, quer como funcionário da Casa do Povo do Raminho, quer como cidadão, sempre comprometido com a melhoria da qualidade de vida de quantos lhe mostravam manifestas necessidades. Mostrou também os seus dotes de animador, promovendo e participando em realizações de âmbito cultural, como as semanas vividas por ocasião dos Anos Internacionais dos Jovens, do Idoso e da Família. Igualmente foi notória a sua intervenção na organização das “Danças de Carnaval” e de espetáculos de teatro. Para além de sócio de instituições sociais, religiosas e culturais, marcou, com competência, generosidade e inspiração, as manifestações etnográficas que figuraram, durante vários anos, nos programas das Sanjoaninas. Não se furtou também às atividades cívicas, tendo exercido também cargos autárquicos, nomeadamente o de Presidente da Junta de Freguesia.


Casa de Saúde do Espírito Santo
Reunião de Câmara de 4-4-2017
Sessão da Assembleia de 28-4-2017

A assistência psiquiátrica feminina na Ilha Terceira só atinge a equiparação aos cuidados com os doentes masculinos com a abertura em 1967 da Casa de Saúde do Espírito Santo, pertença do instituto das Irmãs Hospitaleiras do Sagrado Coração de Jesus. Esta Casa, uma das doze casas que as Irmãs têm no território nacional, presta serviços na área de Saúde Mental ao grupo central e ocidental dos Açores. Dedicou-se à reabilitação intra-hospitalar e extra-hospitalar com a criação da primeira residência para doentes mentais na comunidade (1996), nos Açores, tendo desenvolvido oficinas como área ocupacional estruturada, entre muitas outras intervenções na comunidade. A Instituição foi certificada em 2014 pela Associação Portuguesa para a Qualidade (APQ) com o nível Assurance Equass. Esta certificação foi renovada em 2016 como prémio pelos cuidados de qualidade que se prestam na Instituição. É reconhecido o mérito pelos serviços prestados à comunidade na área da saúde mental, ao longo dos últimos 50 anos.


Delegação da Cruz Vermelha de Angra do Heroísmo
Reunião de Câmara de 17-4-2017
Sessão da Assembleia de 28-4-2017

Sob os hospícios da Sociedade Portuguesa da Cruz Vermelha, cuja missão é defender a paz, garantir o respeito pela dignidade da pessoa humana, menorizar os efeitos da guerra e promover a vida e a saúde, é criada em 12 de julho de 1917 a Delegação da Sociedade Portuguesa da Cruz Vermelha, com sede na cidade de Angra do Heroísmo. Em 1943 a Delegação da Sociedade Portuguesa da Cruz Vermelha assume as competências de delegação de guerra. Durante o conflito da Segunda Guerra Mundial e da Guerra Colonial, a Delegação deu provas de organização e do incansável esforço para socorrer as vitimas da guerra e minorar-lhes os sofrimentos. Em 1980, releva-se o trabalho de socorro às vitimas do sismo que assolou a ilha Terceira, com a montagem de tendas, distribuição de bens essenciais em cenário de catástrofe. Em tempos de paz, a Delegação da Cruz Vermelha de Angra do Heroísmo, pautou-se pelo trabalho de apoio aos agregados familiares com maiores dificuldades através da distribuição de alimentos e de roupa. Destaca-se ainda o trabalho de enfermagem em regime de ambulatório às populações. É reconhecido os serviços prestados à comunidade, ao longo dos últimos 100 anos.


Jorge Manuel Martins Ormonde
Reunião de Câmara de 23-06-2016
Sessão da Assembleia de 13-06-2016

Jorge Manuel Martins Ormonde nasceu a 21 de janeiro de 1940 na freguesia de São Bartolomeu, Ilha Terceira. Foi marçano, estando atualmente reformado. Fez parte da Assembleia de Freguesia e foi Presidente de Junta da Freguesia de São Mateus da Calheta. É um cidadão ativo e empenhado, colaborando com as diversas instituições da freguesia.


Base Aérea n.º 4
Reunião de Câmara de 23-06-2016
Sessão da Assembleia de 13-06-2016

A Base Aérea n.º 4 tem por missão a busca e salvamento, o transporte tático e o patrulhamento marítimo na área do arquipélago. As suas unidades aéreas desempenham um papel de extraordinário relevo no apoio às populações e autoridades civis, nomeadamente, através das evacuações sanitárias e do transporte inter-ilhas. Foi agraciada com a medalha de ouro dos serviços distintos e com o título de Membro Honorário da Ordem do Infante D. Henrique pelo Presidente da República, bem como o louvor e a medalha de ouro de serviços distintos concedidos ao Grupo Operacional 41 pelo Ministro da Defesa Nacional.


Manuel Ataíde Espínola Bettencourt
Reunião de Câmara de 23-06-2016
Sessão da Assembleia de 13-06-2016

Manuel Ataíde Espínola Bettencourt nasceu a 6 de dezembro de 1943, na freguesia de Guadalupe, Ilha Graciosa. Atualmente encontra-se reformado. Há 35 anos que é sócio da Sociedade Filarmónica Recreio dos Artistas, integrando desde 1994 a direção daquela agremiação,primeiro como secretário, depois, durante 13 anos, como diretor. Exerce, desde 2007, o cargo de presidente da Direção.


Gualter da Silva Carvalho
Reunião de Câmara de 02-06-2016
Sessão da Assembleia de 13-06-2016

Gualter da Silva Carvalho nasceu a 17 de novembro de 1938 na freguesia da Relva, Ilha de São Miguel. Fez o curso de Oficial Miliciano. Foi Comandante da PSP de Angra do Heroísmo e Diretor da Aerogare Civil das Lajes. Recebeu várias condecorações, prémios, e louvores que atestam as suas qualidades como cidadão responsável e competente, de notável humildade e sentido de cumprimento de missão em favor dos outros.


Jorge Eduardo da Silva (a título póstumo)
Reunião de Câmara de 02-06-2016
Sessão da Assembleia de 13-06-2016

Jorge Eduardo da Silva nasceu no dia 5 de janeiro de 1946 e dedicou a sua vida a uma intensa atividade cívica. Foi o primeiro presidente eleito da Junta de Freguesia da Terra-Chã depois do 25 de Abril, cumprindo mandatos consecutivos entre 1976 e 1989. Na década de oitenta teve intensa atividade no desporto. A nível profissional, exerceu funções no antigo Posto de Intervenção de Mercados e nos Serviços de Desenvolvimento Agrário da Terceira. Faleceu no dia 19 de outubro de 2015.


Manuel Henrique Assis Ferreira
Reunião de Câmara de 02-06-2016
Sessão da Assembleia de 13-06-2016

Manuel Henrique Assis Ferreira nasceu a 17 de março de 1946, na freguesia de São Bento. Ilha Terceira. Foi funcionário da administração regional autónoma até 1999, ano em que se aposentou. Com vasta participação cívica, foi Vice-Presidente do Centro Social e Paroquial de São Pedro e destacou-se como autarca desde 1993, primeiro como membro da Assembleia de Freguesia de São Pedro e depois com funções executivas. Enquanto cidadão e dirigente autárquico destacou-se pelo seu sentido de dedicação a causas, servindo a sua comunidade com grande dedicação e empenho. Faleceu a 7 de julho de 2016.


Manuel Fernandes Gil
Reunião de Câmara de 19-06-2015
Sessão da Assembleia de 30-6-2015


Avelino Teixeira
Reunião de Câmara de 19-06-2015
Sessão da Assembleia de 30-6-2015


Maria da Conceição Couto
Reunião de Câmara de 22-05-2015
Sessão da Assembleia de 30-6-2015


Adalberto Manuel Rocha Alves Pinheiro
Reunião de Câmara de 12-06-2013
Sessão da Assembleia de 20-06-2013


Baptista Sequeira Vieira
Reunião de Câmara de 17-06-2013
Sessão da Assembleia de 20-06-2013


José da Rocha Borges
Reunião de Câmara de 12-08-2013
Sessão da Assembleia de 22-04-2013


Estrutura Operacional de Emergência de Angra do Heroísmo (Companhia de Socorro) da Cruz Vermelha Portuguesa
Reunião de Câmara de 25-07-2011
Sessão da Assembleia de 29-06-2011


Fernanda Correia Garcia Trindade
Reunião de Câmara de 02-08-2010
Sessão da Assembleia de 30-04-2010


Emílio Martins Ribeiro (título póstumo)
Reunião de Câmara de 02-08-2010
Sessão da Assembleia de 30-04-2010


Congregação das Missionárias Reparadoras do Sagrado Coração de Jesus do Recolhimento de São Gonçalo
Reunião de Câmara de 23-06-2005
Sessão da Assembleia de 09-06-2005


Maria Salomé Gomes
Reunião de Câmara de 05-09-2002
Sessão da Assembleia de 20-09-2002

Medalhas de Mérito Municipal – Classe Mérito Profissional

José Estevam da Silveira de Matos
Reunião de Câmara de 17-5-2019
Sessão da Assembleia de 14-6-2019

Pelo relevante percurso académico e pelo contributo para o desenvolvimento do sector leiteiro.


Filipe Humberto Lourenço de Sousa
Reunião de Câmara de 17-5-2019
Sessão da Assembleia de 14-6-2019

Pelo relevante percurso como ganadeiro de gado bravo.


Fernando Augusto de Sousa, a título póstumo
Reunião de Câmara de 22-5-2017
Sessão da Assembleia de 16-6-2017

Fernando Augusto de Sousa, nasceu em abril de 1913, no Porto, e faleceu em janeiro de 1996, em Angra do Heroísmo. Formou-se em Arquitetura pela Faculdade de Belas Artes, da Universidade do Porto. Trabalhou na Câmara Municipal do Porto. Na década de quarenta do século XX veio viver para a Ilha Terceira, onde chegou a ser o único arquiteto em funções na ilha, tendo-se estabelecido em Angra do Heroísmo. Fez parte dos quadros da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo em várias fases de mudança para a cidade. Do seu estirador nasceram dezenas obras marcantes para o crescimento do concelho, realidade extensiva a outras ilhas da Região. Dessas obras podem destacar-se todo o traçado das avenidas, na parte nova da cidade de Angra, a original Praça Almeida Garret, os edifícios e estruturas dos celeiros em várias ilhas dos Açores, a Casa de Trabalho do Nordeste (São Miguel), as primeiras oficinas da Empresa de Viação Terceirense, a primeira Fábrica de Lacticínios da Ilha Terceira (Grota do Vale), a Igreja Nova dos Biscoitos, o estudo do que veria a ser o Hotel de Angra, o edifício da Oceânica (Praia da Vitória), o prédio de apartamentos do Auto Angrenses, diversas estruturas civis e militares na Base das Lajes, o Cemitério do Porto Martins, a Glorieta de homenagem a Almeida Garret no Jardim Duque da Terceira e um sem número de habitações e espaços comerciais, onde aida hoje é visível o arrojo do seu traço, que inovou visivelmente a realidade local. Na década de 50 foi nomeado Professor da Escola Industrial e Comercial de Angra. E até meados da década de 80, quando se reformou apenas como professor da então Escola Secundária de Angra do Heroísmo. Foi dirigente, durante vários anos, do Instituto Açoriano de Cultura e, ainda hoje, o presidente de maior longevidade na Assembleia Geral da Fanfarra Operária Gago Coutinho e Sacadura Cabral. Marcante foi ainda a sua intervenção política, mormente durante o Estado Novo, em que fez parte, de forma extremamente ativa, dos movimentos de oposição ao Regime, apesar de manter as duas funções profissionais públicas e pedagógicas, e de ser um cidadão interventivo na sociedade local.


José Armando da Silveira Ficher
Reunião de Câmara de 8-6-2017
Sessão da Assembleia de16-6-2017

José Armando da Silveira Ficher, nasceu a 5 de março de 1946 em São Mateus de Calheta. Conhecido como Mestre José “Pá de Leite”, é um dos mais destacados mestres de barco de São Mateus. Viveu toda a vida para o mar. Nascido e criado junto ao Porto de São Mateus, desde criança conviveu com a pesca, e com 10 anos já ia com o pai e o irmão para o mar. Mais tarde passou a trabalhar no barco do Luís Porreira, e juntou-se às campanhas que trabalham para a Tercon na captura de albacora. Depois iniciou atividade na embarcação “Ilha Lilás”, onde durante dois anos aprende técnicas de captura de pescado totalmente diferentes dos métodos artesanais que conhecia até então. Em 1985 tomou a decisão que marcou a sua vida e de dezenas de pescadores do Porto de São Mateus, com a compra da traineira “Lubélia”. Empregou uma companhia na embarcação e em terra. Esta embarcação revelou diversos problemas de motor e de madeiras, pelo que foi rebatizada em 1988 como “Pérola de São Mateus”. Contudo a “Pérola de São Mateus”, haveria de sofrer mais de dois graves acidentes em 1992, com o furacão Charley, e em 1998, conseuqência de uma pescaria ao largo da Graciosa com muita neblina, que o levou a desgovernar-se e a naufragar contra as rochas durante a madrugada. No embate inicial, a maior parte dos companheiros conseguiram agarrar-se e trepar por uma rocha próxima e escapar para os baixios. Dois companheiros ainda estavam na água no lado oposto da embarcação que se afundava rapidamente, entre os detroços e aparelhos de pesca. O Mestre José Ficher decidiu regressar à embarcação e soltar várias boias que atirou aos companheiros, que se debatiam nas águas negras. Com esta ação salvou-lhes a vida, mas quando o Mestre quis sair da embarcação, já esta se afundava e abria sob o seus pés. Agarrou-se como podia à rocha e valeu-lhe a ajuda de um companheiro. Apesar de tudo, reconstruiu “A Pérola”, que chegou em 1999 ao Porto de São Mateus. Foi a primeira embarcação devidamente apetrechada e recebeu, em 2005, várias visitas de estudo que tinham como principal objetivo documentar, através de fotografia e filme, a safra da pesca do palangre do fundo. José Ficher reformou-se em 2006, depois de ter sido responsável pelo sustento de dezenas de famílias do Porto de São Mateus ao longo de várias décadas.


Carlos António Alves dos Reis
Reunião de Câmara de 8-5-2017
Sessão da Assembleia de 16-6-2017

Carlos António dos Reis, nasceu em 28 de setembro de 1950, em Angra do Heroísmo, é ensaísta e professor universitário na Universidade de Coimbra, especialista em estudos queirosianos. Em 1968 ingressou na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, onde se licenciou em Filologia Romântica. Desde cedo dedicou-se à carreira académica, leccionado em Literatura Portuguesa, Literatura Espanhola e Teoria da Literatura. Publicou o primeiro livro em 1975, dando ínicio a uma série de estudos sobre a obra queirosiana, tendo-se doutorado em 1983 com a dissertação ” O discurso ideológico do neo-realismo português”. Ao longo da sua carreira tem sido professor convidados em diversas universidade e ministra regulamente cursos de Literatura Portuguesa em universidades brasileiras. Em 1988 foi um dos fundados da Universidade Aberta, da qual foi Reitor. Foi diretor da Biblioteca Nacional entre 1998 e 2002, presidente da Comissão Nacional e da Comissão Executiva para as Comemorações do Centenário de Eça de Queirós, em 2000 e 2001, e presidente da Associação Internacional de Lusitanistas entre 1999 e 2002. Carlos Reis tem uma vasta obra publicada sobre Literatura Portuguesa do século XIX e XX e sobre a Teoria da Narrativa. Carlos Reis é Comendador da Ordem de Isabel a Católica de Espanha; benfeitor e sócio grande benemérito do Real Gabinete Português de Leitura do Rio de Janeiro e sócio correspondente da Academia Lusíada de Ciência, Letras e Artes de São Paulo. Recebeu o Prémio de Ensaio Jacinto do Prado Coelho em 1996 e, em 2001, foi distinguido com o prémio Multimédia XXI, na área Conhecimento, Descoberta e Cultura, atribuído ao CD-ROM Vida e Obra de Eça de Queirós, que coordenou. É doutor honoris causa pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. A 10 de junho de 2008, foi feito Comendador da Ordem Militar de Santiago da Espada.


Ana Maria Pimentel Pereira da Costa
Reunião de Câmara de22-5-2017
Sessão da Assembleia de 16-6-2017

Ana Maria Pimentel Pereira da Costa, nasceu a 30 de dezembro de 1942, em Angra do Heroísmo. Frequentou a primária na freguesia da Sé e concluiu o antigo sétimo ano do Liceu, na área de ciências, no liceu de Angra. Dedicou-se a dar explicações, talvez para compensar de outros estudos e continuar ligada aos livros de que tanto gostava. Viveu em Luanda, tendo regressado após o 25 de abril de 1974. Quando regressou à Ilha vinha com ideias novas e propôs ao pai, propietário da aniga Pastelaria Lusa, conhecida pelo requintado atendimento, pela ambiência cosmopolita e pela doçaria de qualidade, que fizessem uma sociedade, abrindo nesse lugar uma boutique de pronto a vestir feminina. Foi a primeira em Angra e fez sucesso na altura. Depois do terramoto de 1980, abriu uma boutique de pão quente, a Pastelaria “O Forno”, na rua de São João. Mais tarde, e considerando que havia uma lacuna a nível da rica doçaria regional, e sendo oriunda de uma família com reputação feita e créditos firmados na matéria, dedica-se a experimentar as variadíssimas receitas manuscritas, em grande parte dos finais do século XIX, princípios do século XX. Então, pôs mão à obra, e como se lembrava do sabor e do aspeto dos doces, só faltava fazer experiências, seguindo as formulas originais. Ana Maria Costa mostra ao mundo que a doçaria da ilha Terceira tem algo de diferente, devido às especiarias, ao mel de cana e ao cacau, produtos que a partir do século XVI, aportavam abundantemente a Angra, e transformaram a gastronomia. Desde sempre arregaçou as mangas e trabalhou com afinco não descurando a origem dos doces e a sua história.


Álvaro Graco da Cunha Gregório
Reunião de Câmara de 02-05-2016
Sessão da Assembleia de 13-06-2016

Álvaro Graco da Cunha Gregório nasceu a 8 de setembro de 1936 em Santa Cruz da Graciosa. Em 1965, licenciou-se em Medicina pela Universidade de Coimbra. Trabalhou na Ilha Graciosa e no Hospital de Angra do Heroísmo, onde exerceu a sua atividade no Serviço de Medicina. Aposentou-se em 2004, após 39 anos de serviço público, no entanto, mantém atividade junto de diversas entidades.


Francisco Dolores Monteiro Borges de Medeiros
Reunião de Câmara de 02-05-2016
Sessão da Assembleia de 13-06-2016

Francisco Dolores Monteiro Borges de Medeiros nasceu a 9 de julho de 1949, em Santo Espírito, Ilha de Santa Maria. Frequentou o Seminário Colégio de Santo Cristo, em Ponta Delgada, e o Seminário Episcopal de Angra, tendo ali concluído o Curso Filosófico e Teológico. Em 1974, foi ordenado sacerdote. Teve a seu cargo diversas paróquias e desempenhou vários cargos na estrutura da Diocese de Angra. Cidadão ativo, crítico e interveniente no meio onde está inserido, dedica-se com afinco às causas sociais. Na área da escrita destacou-se como jornalista.


José Germano Rego de Sousa
Reunião de Câmara de 02-05-2016
Sessão da Assembleia de 13-06-2016

José Germano Rego de Sousa nasceu a 24 de janeiro de 1943. Em 1967, licenciou-se em Medicina pela Universidade de Coimbra. É médico patologista clínico, professor catedrático e foi diretor do Colégio de Ensino Pós-Graduado da Universidade Atlântica, diretor do Serviço de Patologia Clínica do Hospital Fernando Fonseca, conselheiro do Conselho Nacional de Ética das Ciências da Vida. Foi presidente da Sociedade Portuguesa de Química Clínica, é sócio da New York Academy of Sciences e é o diretor clínico do grupo Germano de Sousa. Presidiu à Sociedade Portuguesa de Patologia Clínica, à Sociedade Portuguesa de Osteoporose e Doenças Metabólicas e à Associação Nacional dos Laboratórios Clínicos. Foi bastonário da Ordem dos Médicos.


Raquel Costa e Silva
Reunião de Câmara de 04-06-2015
Sessão da Assembleia de 30-06-2015


Manuel Vasco Mont’Alverne de Sequeira
Reunião de Câmara de 04-06-2015
Sessão da Assembleia de 30-06-2015


Hermínio da Silva Machado
Reunião de Câmara de 06-06-2014
Sessão da Assembleia de 18-06-2014


Adriano Paím de Lima Andrade (a título póstumo)
Reunião de Câmara de 11-06-2012
Sessão da Assembleia de 19-06-2012


Luís António Vieira Brito de Azevedo
Reunião de Câmara de 05-03-2009
Sessão da Assembleia de 27-04-2009


Marcelo Simas Tomaz Bettencourt
Reunião de Câmara de 16-07-2009
Sessão da Assembleia de 29-06-2009


Augusto Pamplona Monjardino (a título póstumo)
Reunião de Câmara de 28-02-2008
Sessão da Assembleia de 15-06-2007


José Pedro Belo Soares
Reunião de Câmara de 17-02-2005
Sessão da Assembleia de 28-02-2005


José Henrique da Silva Rocha Lourenço
Reunião de Câmara de 28-04-2005
Sessão da Assembleia de 09-06-2005


António Gerardo Paim da Câmara de Bruges Saavedra
Reunião de Câmara de 15-09-2005
Sessão da Assembleia de 23-09-2005

Medalhas de Mérito Municipal Prata Dourada – Abnegação

Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Angra do Heroísmo
Reunião de Câmara de 27-02-1997
Sessão da Assembleia de 29-04-1997

Título de cidadão Honorário

António Vieira (a título póstumo)
Reunião de Câmara de 06-11-1997


Joseph Soares
Reunião de Câmara de 29-06-1989


Tony Coelho
Reunião de Câmara de 23-03-1989


Joaquim Gomes da Cunha (Pedro de Merelim)
Reunião de Câmara de 02-07-1981


José Mendonça Correia da Cunha
Reunião de Câmara de 25-06-1981


Cândido Pamplona Forjaz
Reunião de Câmara de 25-06-1981


Hélio Cardoso Flores Brasil
Reunião de Câmara de 25-06-1981


Henrique Rodrigues da Rocha
Reunião de Câmara de 28-05-1981


Manuel de Sousa Mancebo
Reunião de Câmara de 28-05-1981


Viriato da Costa Garrett
Reunião de Câmara de 29-08-1974


António da Piedade Vaz
Reunião de Câmara de 01-10-1970


José Vieira Alvernaz
Reunião de Câmara de 06-06-1957


Fernando dos Santos Costa
Reunião de Câmara de 07-01-1948

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